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11 de agosto de 2010

21 de abril de 2010

ELECTRICIDADE



Se não há energia eléctrica, como se trabalha?

Devia se trabalhar a antiga, mas como não queremos ser antiquados, não se faz nada.

Quem tiver um ups (baterias e estabilizador de electricidade) tem ainda 15 minutos de trabalho, para quem trabalha com portátil, no caso de boa bateria, resta-lhe ainda uma hora, se não só com gerador eléctrico.

Custos? Isso é relativo…
A ELCETRA devia indemnizar a malta pela falta de electricidade? Se isso fosse aplicado a ELECTRA já fazia parte da historia...

12 de abril de 2010

Mal necessário!


Qual a principal razão para sermos apoiantes dum ou doutro partido?
A principal razão é a familiar, a nossa família nos define muito e não é excepção a nível de orientações ideológicas. O mesmo se passa a nível dos clubes desportivos que apoiamos, com certeza que há excepções, porque depois da família a sociedade tem o seu papel, especialmente nos nossos grupos de amigos e colegas enquanto estamos a definir como pessoas.
Eu não fujo a regra, a minha família sofreu e viu sofrer muita gente com a Reforma Agrária, por conseguinte antiPAICV, e então apoiam o MpD. Mas com o crescimento e formação no exterior, desenvolvi capacidade de análise, compreendi que as máquinas partidárias são uns males necessários à sociedade.
Vivi de fora a realidade portuguesa, não me identificando com nenhum partido, consegui transportar essa prática para a realidade cabo-verdiana.
Não sou de nenhum partido, e nem gosto dos partidos políticos. O que se vê a olho nu é que muita gente jovem está a tender por essa ideia antipartido.
Há quem defina que a politica é a arte de bem mentir.
Será que um dia mudarei de ideias?

9 de abril de 2010

J’s parasitas


Os ditos Jovens dos partidos políticos (JpD, JPAI…) são uns parasitas.
Eu não gosto deles, acho que eles apenas seguem cegamente os líderes, não são originais nem acrescentam algo de positivo nas suas intervenções que costumam fazer.
Sabemos todos que eles são aspirantes a uma posição de relevo nos partidos, e que alguns líderes vieram daí, mas os que temos visto actualmente têm muito a provar, e não são tão jovens assim.

12 de fevereiro de 2010

MÁSCARA



Oh meskrinha, oh meskrinha, meskrinha kem bo ê? O refrão da musica mais tocada e canta durante o carnaval mindelense.
Essa é altura das famosas festas do carnaval, em que cada um fantasia a sua maneira e todos divirtam com o carnaval: É carnaval, ninguém leva a mal…
Cada um usa a sua máscara, as vezes encarnando deveras as personagens, outros tentando seguir os sonhos e ideais.
Será apenas nesta altura que se utiliza máscaras? Enquanto éramos crianças, pensávamos que as pessoas eram sinceras e directas, coração para coração, mas quando crescemos começamos a ver que as pessoas usam várias máscaras.
Têm uma máscara em casa, têm uma outra máscara no trabalho, têm uma máscara para eventos sociais, têm uma máscara no relacionamento, uma máscara para os familiares, …
O engraçado é que nós todos gostaríamos de usar máscaras "reais" de acordo com cada situação.



 

9 de fevereiro de 2010

EXCESSO DE LIQUIDEZ






O INPS (Instituto Nacional de Previdência Social), instituto que anualmente anuncia grandes lucros (milhões de contos), isto porque grande parte da população trabalhadora é jovem. Temos ainda muito poucos pensionistas, se repararmos pouca gente das nossas famílias são pensionistas do estado, boa parte da nossa população em reforma são emigrantes, por conseguinte a pensão vem do estrangeiro.
O INPS está neste inicio do milénio com excesso de liquidez, e isso não vai continuar por muito tempo, logo prevê-se que daqui à alguns anos (15-20?), à situação pode (vai) inverter, por isso é preciso começar a fazer render o dinheiro disponível.
Para isso o instituto tem feito a gerência desse dinheiro nesse sentido, resta saber se os investimentos são os mais indicados. Investir na ELECTRA, empresa tecnicamente falida, nunca seria um investimento de um particular, por isso da mesma forma não o será para uma pessoa colectiva, como sendo empresas, institutos ou outra organização qualquer.
O investimento do INPS na ELECTRA, independentemente do montante e de que forma se trata nunca é um bom investimento!
O que acontece é que o Governo é que manda, e como a ELECTRA e o INPS, sendo estatais pode-se fazer esse tipo de investimentos ao belo prazer de quem manda, com intuito de tapar algum "buraco" na ELECTRA.
O que se deve é despolitizar esta questão, e trata-la como um assunto puramente económico, e aí se pode provar (ou não) que o investimento é mal feito e só é uma decisão certa para o governo. Sendo assim, o dinheiro da pensão dos trabalhadores cabo-verdianos nesse caso é mal gerido.
A solução passava para a demissão dos responsáveis do INPS, já que são manipulados pelo governo. Esta solução também se aplica aos responsáveis da ELECTRA, devido também ser gerido pelo Governo e não pelos responsáveis.
Em Cabo Verde por mais manipulados que as pessoas forem, não têm a coragem de se demitirem. Percebe-se por um lado porque devem ser do partido dos governos ou tem medo de não arranjarem outro emprego.

2 de fevereiro de 2010

Que carro que deveria ter?


O carro a ter depende da sua posição social, do seu trabalho, de status, ou da ambição?
O carro unanimemente é considerado uma fonte de despesa, por isso devia-se aplicar a máxima: ter carro para trabalhar e não trabalhar para ter carro.
Nós todos gostaríamos de ter um carro potente, luxuoso, tracção quatro rodas, de suspensão alta, etc., porque um carro poderoso passa a ideia de o dono ser poderoso, e poder é o que de uma forma ou de outra nós todos queremos ter. O problema é que não conseguimos ter o carro que gostaríamos devido aos custos inerentes não apenas pelo preço da aquisição mas também pelos custos de utilização.
Fiz uns cálculos por alto, um carro para duração de cinco anos, os gastos totais seria de 22 contos/mês, para um que custasse 1000 contos (segunda mão e a gasolina, claro!). No nosso país, para os salários que temos, apenas uma franga da população suporta uma despesa dessas apenas para o carro.
Na nossa terra um alto funcionário não pode ir ao trabalho a pé, porque fica mal… Bom é poluir o ambiente gastando dinheiro independentemente de quem seja.
Pensando no ambiente, temos que deslocar um carro de mais de uma tonelada apenas para carregar uma pessoa cujo peso é de 80 quilos?
Sendo assim, porque não andámos grandes distancias normalmente, o carro ideal seria um smart, carro pequeno, leve, com espaço para duas pessoas e um porta-bagagem pequena.
No dia que realmente precisar de mais espaço apanha-se um táxi, vai-se ver quantas vezes é que precisamos de um, muito poucas vezes.
Aqui no Mindelo os carros eléctricos parecem uma boa ideia, pela distância que percorremos comparado com a autonomia desses.
De todas as formas o melhor meio de transporte de ponto de vista ambiental é a bicicleta, esperamos que um dia os nossos governantes entendem isso e criam infra-estruturas para tal.

13 de janeiro de 2010

NÃO É A MESMA COISA


Sigo os torneios internacionais de golfe, e a verdade é que o golfe para mim sem Tiger Woods não tem a mesma graça.

Pelo que se soube não foi exemplar na sua vida pessoal, mas quanto ao seu jogo de golfe não há palavras para o descrever.

E quanto aos festejos exuberantes, Tiger é comparado ao Nadal no ténis.


26 de novembro de 2009

Polícia militar?


A produção da policia até se percebe, agora qual é a produção dos militares? A produção dos militares é estar preparado para qualquer intervenção que o governo entender. Em Cabo Verde, devido a nossa estabilidade político/social não temos necessitado dos militares, o que não acontece com a polícia. Com os problemas associados ao desenvolvimento a necessidade de mais polícias é natural.

Precisamos de mais polícias e de menos militares, então porque não pensar numa força só, juntando os militares a polícia? É uma solução que devemos pensar, planear e brevemente por em prática. A  solução é  viável e necessária, não apenas devido aos nossos fracos recursos mas também para resolver o problema da polícia em termos de número de efectivos.

Com certeza que tal medida além dos seus custos tem algum risco associado. Os custos, se formos ver a longo prazo justificam-se, basta ver o orçamento das forças armadas. O risco de virmos a precisar das forças armadas existe, mas para isso, teríamos uma força especial, por exemplo os fuzileiros navais, que fariam a guarda costeira e acordávamos com forças internacionais, como a NATO além das Nações Unidas, para caso fosse necessário.

13 de novembro de 2009

Sexta-feira 13!

Sexta-feira 13, ainda bem que eu não acredito em superstições, porque dá azar!

12 de novembro de 2009

Gordura é formosura


Antigamente as pessoas gordas eram as preferidas, gordura é formosura, hoje é precisamente o contrário.
Temos que nos aprender a gostar de pessoas fortes?
Sabe-se que apenas 8% das senhoras possuem corpos com medidas que se comparem aos modelos. Estamos numa sociedade em que apesar de sermos bombardeados com corpos quase ideais, teremos que nos habituar com corpos fora de forma, até porque, a tendência é para engordarmos todos.
Se calhar a opção inteligente é começarmos a olhar com outros olhos as pessoas fora de forma.